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Pandemia, home office e big data: e como ficam as empresas?

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Pandemia, home office e big data: e como ficam as empresas?

A transformação tecnológica não começou agora, mas os impactos de um período pandêmico trouxeram mais desafios e oportunidades para novas decisões.

Por André Almeida, CEO da Dom Rock

As discussões acerca de big data não são recentes e o que se via é que apesar de as organizações terem um departamento de TI e/ou apostarem em profissionais de informação, os resultados nem sempre eram satisfatórios ou de fato eficazes. Pesquisa realizada pelo International Data Corporation (IDC), principal fornecedor global de inteligência de mercado, prova que os profissionais de dados em todo o mundo gastam muitas horas do seu dia de trabalho em atividades mal sucedidas.

A pesquisa indica que 80% das organizações utilizam dados em vários processos organizacionais e que existem aproximadamente 54 milhões de profissionais de big data em todo o mundo. Estes profissionais passam 90% de sua semana de trabalho em atividades relacionadas a dados e 44% deste tempo é perdido.

Isso acontece porque 88% deles recorrem a planilhas para lidar com a complexidade e com o volume de informações, prática que resulta em perda de eficiência devido à falta de controle, aumento na probabilidade de erros, retrabalho e na fragilidade dos modelos utilizados.

No entanto, é indiscutível que no último ano todos os fatores mudaram. O volume de informações aumentou, os desafios aumentaram, as dificuldades aumentaram, e junto com o problema vieram também as oportunidades para se reinventar, aprimorar e descobrir formas melhores de fazer da forma certa.

“Novo normal” abre as portas para novas oportunidades

De acordo com o KPMG CIO Survey 2020, os investimentos em tecnologia aumentaram significativamente no último ano. Um novo cenário mundial exigiu que as organizações investissem pesado em um espaço de tempo muito curto. E o trabalho remoto se tornou um imperativo de negócios para empresas de todos os portes.

Os três principais problemas de negócios não mudaram tanto nos últimos meses, mantendo “melhoria na eficiência operacional” e “melhoria no envolvimento do cliente” no topo, e trazendo “melhor e maior capacitação na força de trabalho” para o 3º lugar. As preocupações permanecem, mas a forma de enfrentar e lidar com elas precisou se adaptar.

O investimento em tecnologia cresceu muito colocando ainda mais destaque em questões como segurança e privacidade, engajamento e experiência do cliente, infraestrutura em nuvem, automação e sistemas de insight. A relação com a força de trabalho digital precisa então ser revista e revisitada para garantir resultados e a sustentação da saúde da empresa.

O Software as a service (SaaS) nas empresas, especialmente o Planejamento de Recursos Empresariais (ERP) baseado em nuvem, dominam a agenda de transformação. Funções de front, middle e back office precisam se modernizar rapidamente para conduzir operações mais eficientes e inteligentes.

Aplicação de automação inteligente, inteligência artificial e machine learning ganham ainda mais força em todo o sistema organizacional, com um aumento específico nas operações principais em que a IA e o ML estão sendo combinados com a Internet das coisas para aumentar a eficiência, a produtividade e a qualidade.

Passos para alcançar a solução

Em pesquisa de 2018 conduzida pela Harvard Business Review Analytic Services, vimos que menos de 1/5 dos executivos de negócios afirmam que suas organizações estão obtendo retorno satisfatório sobre seus investimentos em Analytics.

Essa insatisfação com o desempenho das iniciativas de análise está ligada a uma série de desafios como:

  1. Implantação e distribuição ineficazes de resultados das análises em toda a organização;
  2. Análises que não estão integradas a fluxos de trabalho e processos de decisão que não chegam aos profissionais responsáveis;
  3. Habilidades inadequadas para interpretar e usar análises entre a equipe de negócios; e
  4. Análises isoladas em departamentos ou setores que produzem resultados concorrentes dentro da própria organização.

A solução para essa insatisfação está na democratização dos dados por meio de uma plataforma comum de fácil acesso. As organizações que desejam aumentar seu retorno sobre análises podem se concentrar em três iniciativas inter-relacionadas:

  1. Construir a cultura organizacional em torno da análise de dados;
  2. Certificar-se de que a análise seja implementada em todas as funções essenciais do negócio;
  3. Desenvolver fortes habilidades analíticas dentro da organização.

Um dos primeiros passos para solucionar esse desafio é apostar em uma plataforma que entregue de forma ágil, segura e acessível tudo aquilo que você precisa para conseguir implementar uma cultura data-driven em sua organização.

A plataforma Dom Rock pensa em todas essas arestas, descomplica o big data, enxerga todas as perguntas e entrega análises mais assertivas para que sua empresa aproveite todas oportunidades que o cenário tecnológico atual tem a oferecer. Pensar nas operações e nas demandas do seu negócio de forma mais analítica garantem que sua jornada em torno dos dados seja cada vez mais bem sucedida.

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