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Como aproveitar os dados para cuidar da saúde financeira das empresas?

Inovação

Como aproveitar os dados para cuidar da saúde financeira das empresas?

Estamos vivendo um momento histórico da pandemia do novo coronavírus (COVID-19) que foi declarada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). E com o início da quarentena na maior parte do país, muitas empresas começaram a se preocupar com a saúde financeira nessa época conturbada. Uma das alternativas para essas corporações tem sido adotar o home office para manter a produtividade em dia. Porém, o trabalho remoto também é uma dificuldade, já que muitas empresas tiveram que mudar rapidamente as suas operações presenciais para um ambiente completamente virtual.

Além do preparo para enfrentar o COVID-19, é necessário que a equipe seja veloz e eficiente na hora de rastrear todas as necessidades e, assim, criar um fluxo de informações e suporte, sem muitas interrupções pelo caminho. Se há uma coisa que todos aprenderemos com essa pandemia é a importância da agilidade e da implantação da tecnologia certa para lidar com uma mudança maciça e imprevisível na forma como operamos. E aí está a importância de se ter agilidade em gerar visões e cenários de negócios, para qualquer situação. Com o uso de uma plataforma, como a Dom Rock, torna-se possível coletar dados não estruturados e transformá-los em informações úteis, permitindo que eles sejam consolidados à medida que a plataforma é alimentada.

Isso possibilita que esses dados falem por si só, seja qual for a pergunta ou o problema, de negócio ou operacional, dando suporte em tomadas de decisões rápidas e assertivas. Assim, é cada vez mais relevante a utilização de uma plataforma de inteligência operacional capaz de capturar, classificar e preparar os dados, de maneira recorrente, para aplicação de regras de negócios próprias. Nesse momento de pandemia, o foco é colaborar ao máximo para que as empresas tenham sucesso na transição dos mais variados tipos de documentos em dados com o menor impacto possível nas operações diárias, mantendo pontos importantes que podem ser decisivos em um cenário pós coronavírus.

Além disso, quando as corporações reorganizam seus dados podem solucionar uma série de questões. Confira abaixo os três pontos principais:

1- Automação na ingestão de dados: muitas empresas obtêm diariamente grandes volumes de dados, mas não sabem ao certo como aproveitá-los. O primeiro passo para organizar essas informações é descobrir de que forma elas chegam. Pode ser via áudio, imagem de documentos, notas fiscais, sistemas legados, transações externas de clientes ou fornecedores para citar alguns. A partir desse mapeamento, é necessário configurar a automação da captura, tratamento e aplicação de regras em todas as bases de dados — o que gera ainda mais produtividade e eficiência nas tomadas de decisões que impactam as rotinas dos negócios.

2 — Inteligência para responder às questões: a automação e organização dos dados permitem definir em qual patamar a empresa está e para onde pode ir. Neste ponto saber qual é a característica preditiva, onde é possível enxergar o quanto pode faturar, quais medidas não podem ser tomadas e os motivos que o levam a determinados erros e acertos. Se um erro se repete por um período é necessário analisar em qual ponto se está errando, qual o déficit de produtividade, entre outras questões. Caso a organização veja que um erro se repete por três meses consecutivos, por exemplo, conseguimos enxergar quais os dados que informam o que está prejudicando a operação e revertê-lo.

3- Ajuda a tomar decisões: cada vez mais os profissionais vão ter que ser tomadores de decisões frente a esses grandes volumes de dados. Por meio da automação é possível colocar foco na utilização de dados para embasar e justificar escolhas mais assertivas. Além disso, dados consolidados e analisados de forma recorrente na operação ajudam a gerar insights de negócios de forma mais ágil. Essas informações criam um ciclos virtuosos que facilitam o desenvolvimento contínuo e crescente de estratégias.

Nesse sentido, o tema privacidade de dados também vem ganhando espaço e influenciando o comportamento de populações e organizações. As novas leis que regulam o uso dos dados, como o GDPR na Europa, estão cada vez mais presentes nas estratégias das empresas, e tão logo em agosto deste ano, com a entrada em vigor da LGDP no Brasil, isso será uma grande e nova realidade para o mercado. A lei abrange qualquer pessoa com atividade empresarial que tenha acesso a dados pessoais com atividades de coleta, armazenamento ou compartilhamento, e por isso, é cada dia mais importante a implementação de uma plataforma que atenda a todos os princípios da lei, como a total transparência e rastreabilidade do dado original, tornando-o facilmente disponível e acessível aos usuários, além de permitir implementar mecanismos mais inteligentes de governança.

Portanto, uma corporação que depende e investe na estruturação ágil de seus dados, consequentemente, aumenta sua produtividade e as chances reais de crescimento, evitando problemas financeiros, principalmente quando se observa a chegada da maior crise dos últimos tempos. Tecnologias de inteligência artificial e machine learning aplicadas no desenvolvimento de plataformas operacionais são o grande diferencial frente ao cenário que vivemos hoje. E você que tem ou gerencia uma empresa, vai querer deixar de lado essa oportunidade e encarar um colapso financeiro na sua corporação? Pense nisso.

Imagem: Pinterest/ Ryoji Ikeda, The Transfinite, 2011

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